$ocial Commerce 🤑
Hello! Chegamos com a Odd&Other News #8 de 2026
O que rolou nas últimas edições:
| Tem que pegar pela emoção ❤️
| ⚫ LUTO ⚫
💲💲💲
As redes sociais (que nem são mais tão sociais assim…) já transformaram muita coisa na nossa vida, inclusive a forma como consumimos e decidimos o que comprar.
Já tem um tempinho que a descoberta de produtos passou a acontecer dentro delas e agora a compra também, assim nasce o social commerce. Ele transformou a jornada de compra em um caminho mais fluido, com validação social em tempo real e movido quase 100% pelo impulso e emoção.
O social commerce inverte a lógica tradicional de venda. Em vez de interromper o consumidor com ofertas, as marcas passam a atraí-lo por meio de conteúdo, incorporando a transação de forma orgânica à experiência.
Em apenas um ano após chegar ao Brasil, estima-se que o TikTok Shop tenha movimentando cerca de R$ 1,2 bilhão em 2025.
As pessoas estão nas redes para se divertirem, ou seja, conteúdo que não é entretenimento não vai colar. As marcas que trabalham bem conteúdo, creators e live commerce vão sair na frente no social commerce.
A compra por lives ou por conteúdos mistura entretenimento com vendas em tempo real, com demonstrações ao vivo, testes e opiniões de quem realmente entende sobre os produtos.
Exemplo mais do que perfeito foi o que a Mascavo fez na black week do ano passado. Com suas lives feitas com criadores de conteúdo reconhecidos do público e em um formato de conteúdo super orgânico, divertido e natural, a marca bateu recordes de vendas no TikTok Shop América Latina, faturando quase R$500 mil em poucas horas.
Bora criar uma fan page?
Tá rolando um movimento quase silencioso, mas bem consistente: marcas grandes estão deixando de espremer tudo numa conta só e começando a operar em várias "frentes” (inclusive, vimos muitas marcas falando sobre isso no Social Media Week semana passada).
O fator principal pra isso estar acontecendo é que o algoritmo mudou. A entrega dos conteúdos agora é por interesse.
A Cousins Lab, agência creator-led norte americana, chama essa estratégia de “fan club”. Pode ser uma página criada junto com um creator específico, pode ser uma conta tocada por várias pessoas, pode ser um perfil que vive de repostar fãs. O ponto é: o perfil tem o posicionamento da marca, mas com um jeito mais “galera”, sem precisar de mil aprovações pra postar.
Um exemplo prático: a Spirit Airlines criou o perfil “not a Spirit Airlines” e o quinto vídeo bateu 6 milhões de views com zero seguidores. A Arby’s mantém o perfil oficial com 400 mil e criou uma conta paralela pra postar conteúdos que a página principal nunca postaria.
Seja uma fan page, seja uma live, o princípio é o mesmo: marca forte hoje é a que está entregando entretenimento.
Tudo que a gente leu pra escrever essa news:
The two-sided marketplace advantage: Why brands need both reach and authenticity.
Entretenimento que vende: por que o social commerce está redefinindo o varejo.
O que acontece quando tem mais gente assistindo do que consumindo.
Memes e mais (in)utilidades
A segunda temporada de “Treta” chegou na Netflix. Cada temporada tem elenco e história totalmente diferentes (numa vibe The White Lotus). Mas a trama é sempre a mesma: treta atrás de treta. Pessoas totalmente opostas se cruzam e, a partir daí, tudo degringola e escala de um jeito que você não sabe como vai acabar. Por aqui, a segunda ganhou da primeira. E por aí?



